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Vacina contra influenza equina será obrigatória no Rio Grande do Sul
13-04-2018

A incidência de um surto de influenza equina em diversas regiões da Argentina vem deixando em alerta criadores e médicos veterinários no Brasil. A doença, considerada uma enfermidade viral de alta transmissão e forte impacto econômico para a atividade, foi verificada nas províncias de Mendoza, La Pampa, Neuquém e San Juan, com casos confirmados pelo Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária e pelos hipódromos de San Isidro e Palermo, da província de Buenos Aires. O Uruguai proibiu, de forma preventiva, a entrada de animais da Argentina.

Criadores estão em alerta com a possibilidade de que a influenza equina chegue ao Rio Grande do Sul. A doença está percorrendo o mesmo caminho de 2012, quando aconteceu o último surto no estado: começa no Chile, passa pela Argentina e chega ao Brasil pela fronteira oeste. Para resguardar o setor, a vacinação anual se tornará obrigatória em agosto, por ordem da Secretaria de Agricultura. Quem não comprovar a imunização dos animais não poderá participar de eventos equestres.

A exigência também valerá para os animais que atravessam a fronteira seca. “Eles terão que ser vacinados no país de origem, para depois ingressar”, explica o coordenador do Programa de Sanidade de Equinos da Secretaria de Agricultura do RS, Gustavo Diehl. O animal deve ser vacinado a partir dos quatro meses de idade, com reforço previsto para 30 dias depois da primeira dose. A indicação é que apenas o médico veterinário aplique. Diehl garante que a imunização é a melhor forma de controle da doença e sugere atenção aos criadores. “Os sintomas são, de uma maneira geral, tosse seca, perda de apetite, apatia, febre e, normalmente, apresenta secreção nasal serosa”, conta.

Fonte: Agrolink e Canal Rural





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