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Diretoria eleita para triênio 2021-2024 toma posse no CRMV-RS
08/11/2021

A chapa Interior e Capital unidos na valorização da profissão, que tem como presidente o médico veterinário  Mauro Antonio Correa Moreira tomou posse, na sexta-feira (5), no Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS). Em seu discurso, Moreira destacou a importância da realização de um processo de transição. “Estamos vivendo um momento histórico e como é bom ter transição e dar continuidade no trabalho que vem sendo realizado”, disse.


O novo presidente e sua equipe, formada pela vice-presidente, médica veterinária Regina Costamilan, o secretário-geral, médico veterinário e zootecnista, Diego de Freitas Souto, e o tesoureiro médico veterinário, Volnei Antonio Weschenfelder, assumem a gestão do CRMV-RS nos próximos três anos.


Durante a cerimônia, a atual presidente do CRMV-RS, Lisandra Dornelles, destacou as principais ações de seu mandato como a criação de um plano de cargos e salários dos funcionários que estava previsto em dissídio desde 1986, a venda da frota inoperante, a desocupação de 13 vagas de garagem, a aquisição da sede de Pelotas, a troca da sede de Bagé e a revitalização do auditório da sede de Porto Alegre.

 

“Além disso, fomos a gestão que mais julgou processos éticos, mesmo com a pandemia”, disse. Sobre essa questão, a tesoureira Eliane Goepfert lembrou a importância da atual gestão ter agilizado o julgamento de processos que estavam represados desde 2013. Lisandra encerra seu mandato com 14.524 médicos veterinários, 586 zootecnistas e 12.304 empresas atuantes. "Em relação às contas, o CRMV-RS apresenta superávit financeiro e patrimonial", destacou.

 

Para a nova gestão, a vice-presidente do CRMV-RS, Angélica Pinho, desejou que seja mantida a preocupação atual de representar, de forma igual, tanto a profissão de médico veterinário quando a de zootecnista. Já Lisandra Dornelles reforçou também a importância da realização de um processo de transição da atual gestão para a nova. "Para que se possa cumprir um projeto político, é necessário saber o que se pode ou não se pode ser feito pela autarquia”.

 

Entre os principais desafios de sua gestão, ela falou das dificuldades de trabalhar dois anos em meio a uma pandemia. “Fizemos de tudo para que os médicos veterinários e os zootecnistas não ficassem desassistidos, mesmo com todo o Conselho em trabalho remoto”, completou.