CRMV-RS








Comissão de Medicina Veterinária Integrativa


A Comissão de Medicina Veterinária Integrativa foi instituída em função das seguintes justificativas:

- a crescente procura de tutores para terapias integrativas que visam melhorar a qualidade de vida e tratar diversas patologias;

- o número significativo de profissionais Médicos Veterinários capacitados nas práticas integrativas no estado do Rio Grande do Sul;

- a necessidade de monitoramento do funcionamento dos cursos em pós graduação, especialização ou de capacitação em práticas integrativas voltados ou não a  Médicos Veterinários em atividade ou aqueles que vierem a se instalarem no estado do Rio Grande do Sul;

- a preocupação com as investidas e implicações para o exercício profissional em Medicina Veterinária e

- ser imprescindível a garantia da qualidade de ensino, prática e aplicação das práticas integrativas em Medicina Veterinária.

 

Objetivos

- servir como órgão de consulta e assessoramento técnico da diretoria do CRMV/RS em questões relacionadas às praticas integrativas na Medicina Veterinária;

- promover reuniões periódicas e contribuir para o debate acerca de temas relevantes às práticas integrativas;

- identificar as demandas a partir de consultas a coordenadores e suas equipes de trabalho;

- garantir encaminhamento das demandas em práticas integrativas na Medicina Veterinária no RS para a Comissão Nacional de Práticas Integrativas da Medicina Veterinária do CFMV;

- certificar, acompanhar, identificar as práticas integrativas, sendo já consideradas especialidades médicas a Homeopatia, Acupuntura – Medicina Tradicional Chinesa; a serem regulamentadas: Terapia Neural e Ozonioterapia; além de Fitoterapia, Antroposofia, Osteopatia, Quiropraxia, Reflexoterapia, Reiki, Aromaterapia, Constelação familiar, Cromoterapia, Terapia de Florais, Termalismo, Ayurveda, Musicoterapia, Naturopatia, Shantala, Apiterapia, Geoterapia entre outras;

- orientar em questões de uso e aplicação das terapias integrativas, dentro dos princípios de ética da Medicina Veterinária;

- programar eventos técnicos (seminários, oficinas e workshops) para a capacitação de metodologias ativas de práticas integrativas na área de Medicina Veterinária.

 

Integrantes

Méd. Vet. Elisandra Pezzetta CRMV/RS 06039 – Coordenadora

Méd. Vet. Viviane Machado Pinto CRMV/RS 06414 – Secretária

Méd. Vet. Irene Breitsameter CRMV/RS 03632

Méd. Vet. Cristiane Carvalho Gonçalves CRMV/RS 05550

Méd. Vet. Eloete Teixeira Reyes CRMV/RS 06643

Méd. Vet. Giane M. M. Fernández del Rio CRMV/RS 05093

Méd. Vet. Marli Conceição Verdum CRMV/RS 06334

Méd. Vet. Gabriela Lye Suzuki Santos CRMV/RS 12841

Méd. Vet. Graciela Naibert Giurni  CRMV/RS 9034

Méd. Vet. Eliane Xavier Goepfert CRMV/RS 4580



CONTRIBUIÇÕES

18/09/2020

Quiropraxia Veterinária

*Por Viviane Pinto

 

A manipulação da coluna vertebral é conhecida desde os tempos de Hipócrates e médicos da Grécia antiga, mas foi Daniel David Palmer, que em 1895, deu o nome de quiropraxia. A palavra quiropraxia se origina do Grego: cheir (mão) e praktike (prática), e se baseia na relação entre as estruturas e suas funções, e como esta relação afeta a saúde do paciente. A disfunção articular vertebral afeta diretamente o equilíbrio neurológico normal levando ao desenvolvimento de doenças.

 

A quiropraxia veterinária é uma terapia integrada que cuida da saúde. Através da palpação manual é realizado o diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças. É realizada através da manipulação e ajuste da coluna vertebral e articulações, visando otimização do sistema nervoso central. Tem como propósito otimizar a saúde e como princípio estimular a força inata recuperativa do corpo.

 

O objetivo do tratamento quiroprático é localizar e tratar principalmente as disfunções vertebrais, que são caracterizadas por dores musculares localizadas, hipertonicidade muscular e mobilidade articular restrita. Também atua nas demais articulações do corpo, auxilia nos distúrbios viscerais, além de estimular a integridade neurológica e a biomecânica.

 

*Médica veterinária, professora e integrante da Comissão de Medicina Veterinária Integrativa do CRMV-RS.



02/07/2020

Comissão de Medicina Veterinária Integrativa promove palestra sobre acupuntura

Na última terça-feira (30), a Comissão de Medicina Veterinária Integrativa do CRMV-RS promoveu a palestra on-line "Acupuntura na Clínica Veterinária", realizada através do Google Meet e ministrada pelo professor Daniel Mendes Netto. Confira abaixo o vídeo da palestra na íntegra.

 



11/02/2020

Comissão de Medicina Veterinária Integrativa do CRMV-RS é a primeira do Brasil

Cada vez mais, tutores procuram terapias integrativas que melhorem a qualidade de vida e ofereçam recursos terapêuticos para diversas doenças de seus animais. Atento a esse movimento e às evidências científicas, que mostram os benefícios de associar tais terapias a técnicas convencionais na prevenção ou tratamento, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS) é o primeiro do Sistema CFMV/CRMVs a criar uma comissão dedicada ao tema.

 

 

A Comissão de Medicina Veterinária Integrativa do CRMV-RS foi instituída pela Portaria nº 10/2019 do Regional. É composta por Elisandra Pezzetta (coordenadora), Viviane Machado Pinto (secretária), Irene Breitsameter, Cristiane Carvalho Gonçalves, Eloete Teixeira Reyes, Giane M. M. Fernández del Rio, Adriano Alves Jorge, Marli Conceição Verdum, Gabriela Lye Suzuki Santos, e Graciela Naibert Giurni.

 

“A comissão trabalha para mostrar a eficácia e a importância dessas modalidades terapêuticas”, afirma Lisandra Dornelles, presidente do CRMV-RS. A comissão organizou no estado, em 2019, o 1º Fórum de Ozonioterapia da Região Sul. Para este ano, estão programadas visitas às faculdades de Medicina Veterinária do estado e o 1º Simpósio de Medicina Veterinária Integrativa, já com data marcada: dias 12 e 13 de setembro, em Porto Alegre.

 

Acupuntura e homeopatia, reconhecidas como especialidades médico-veterinárias, estão entre as terapias mais populares. Ozonioterapia e terapia neural, fitoterapia, antroposofia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, aromaterapia, constelação familiar, cromoterapia, musicoterapia, entre outras, também se enquadram no rol das integrativas, mas ainda aguardam regulamentação. Um dos focos da comissão é justamente auxiliar na reunião de publicações e estudos com evidências científicas para que essas práticas sejam enquandradas como especialidades da Medicina Veterinária.

 

As terapias integrativas não substituem o tratamento tradicional, sendo aplicadas de forma complementar e indicadas de acordo com as necessidades de cada caso. A atuação multidisciplinar busca bem-estar, qualidade de vida e produtividade das diferentes espécies, incluindo animais de companhia, de produção ou silvestres.

 

“No dia a dia do profissional, percebemos que a medicina convencional tem mais eficácia quando aplicada em conjunto com as terapias integrativas. Se falamos em animais de companhia, qualificação da produção ou economia de dinheiro investido em tratamentos, um exemplo simples é a redução do uso de antibióticos em mastites para produtores de leite, mas há inúmeros exemplos”, explica a coordenadora da comissão.

 

Para informar sobre os benefícios dessas práticas, o CRMV-RS preparou uma campanha disponível para download no site do Regional, no menu Campanhas Institucionais. O material fornece informações fundamentais sobre algumas dessas terapias e foi preparado com base em informações do Ministério da Saúde e em estudos da própria comissão regional, destacando a importância de médicos-veterinários para a manutenção da saúde única. No Portal CFMV, menu Material Complementar da Revista CFMV, estão disponíveis mais informações sobre algumas terapias.

 

Na foto, a médica-veterinária Giane del Rio, integrante da comissão, aplica terapia neural



20/11/2019

Comissão de Medicina Veterinária Integrativa recebe homenagem no I Seminário Nacional das PICS

A Comissão de Medicina Veterinária Integrativa do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS), única na área em todo o País, será homenageada durante o I Seminário Nacional das PICS Aplicadas na Saúde e Bem-estar Animal. O evento é promovido pelo deputado Federal Giovani Cherini (PL-RS). O evento será realizado no dia 30 de novembro, no auditório do Ministério Público Estadual, das 8h às 17h, e irá abordar as Práticas Integrativas e Complementares (PICS), tratamentos terapêuticos que utilizam de conhecimentos tradicionais para prevenir e curar diversas doenças. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no link https://www.doity.com.br/1-seminario-nacional-das-pics-apli….

 

Além de ser pioneiro na criação da Comissão Assessora voltada às terapias integrativas, o CRMV-RS também elaborou uma campanha institucional com conteúdo baseado em informações oficiais do Ministério da Saúde e de estudos da comissão para destacar a importância de médicos veterinários para a manutenção da saúde única.

 

São oito peças que trazem informações fundamentais para conhecer algumas das terapias e como funcionam. As artes, nos formatos A4 para impressão e para compartilhar em redes sociais, estão disponíveis para download gratuito no link https://bit.ly/3215DTl.

 

A Comissão de Medicina Veterinária Integrativa foi instituída em função das seguintes justificativas:

 

- a crescente procura de tutores para terapias integrativas que visam melhorar a qualidade de vida e tratar diversas patologias;
- o número significativo de profissionais Médicos Veterinários capacitados nas práticas integrativas no estado do Rio Grande do Sul;
- a necessidade de monitoramento do funcionamento dos cursos em pós graduação, especialização ou de capacitação em práticas integrativas voltados ou não a Médicos Veterinários em atividade ou aqueles que vierem a se instalarem no estado do Rio Grande do Sul;
- a preocupação com as investidas e implicações para o exercício profissional em Medicina Veterinária e
- ser imprescindível a garantia da qualidade de ensino, prática e aplicação das práticas integrativas em Medicina Veterinária.

 

Objetivos


- servir como órgão de consulta e assessoramento técnico da diretoria do CRMV/RS em questões relacionadas às praticas integrativas na Medicina Veterinária;
- promover reuniões periódicas e contribuir para o debate acerca de temas relevantes às práticas integrativas;
- identificar as demandas a partir de consultas a coordenadores e suas equipes de trabalho;
- garantir encaminhamento das demandas em práticas integrativas na Medicina Veterinária no RS para a Comissão Nacional de Práticas Integrativas da Medicina Veterinária do CFMV;
- certificar, acompanhar, identificar as práticas integrativas, sendo já consideradas especialidades médicas a Homeopatia, Acupuntura – Medicina Tradicional Chinesa; a serem regulamentadas: Terapia Neural e Ozonioterapia; além de Fitoterapia, Antroposofia, Osteopatia, Quiropraxia, Reflexoterapia, Reiki, Aromaterapia, Constelação familiar, Cromoterapia, Terapia de Florais, Termalismo, Ayurveda, Musicoterapia, Naturopatia, Shantala, Apiterapia, Geoterapia entre outras;
- orientar em questões de uso e aplicação das terapias integrativas, dentro dos princípios de ética da Medicina Veterinária;
- programar eventos técnicos (seminários, oficinas e workshops) para a capacitação de metodologias ativas de práticas integrativas na área de Medicina Veterinária.



14/11/2019

Terapia Neural na Medicina Veterinária

 

 

por Giane Fernández Del Río, médica veterinária e integrante da Comissão de Terapias Integrativas do CRMV-RS

 

A Terapia Neural foi descoberta pelos médicos alemães Ferdinan e Walther Huneke em 1925. No Brasil o seu uso é  recente, mas a técnica é muito difundida na Europa e América Latina. A Terapia Neural é uma medicina energética que atua sobre o sistema nervoso, especialmente o vegetativo. Através da administração de procaína  em baixa concentração, ou de outras substâncias dielétricas, corrigindo transtornos causados no sistema elétrico celular. Reativam-se os mecanismos de regulação para promover a auto-cura.


As aplicações podem ser realizadas em diversas áreas do corpo, conforme  a técnica eleita pelo terapeuta. Podem ser tratados pontos dolorosos, pontos gatilho, cicatrizes, zonas de Head, pontos de acupuntura, entre outros. O objetivo  desta técnica não é tratar a doença, mas o indivíduo enfermo. O médico veterinário colhe a história de vida do paciente, realiza o exame clínico e a partir daí identifica os campos interferentes que acabam bloqueando o funcionamento corporal  harmônico. O veterinário pode dispor da Terapia Neural de forma complementar a sua prática clínica, atuando em parceria com os colegas atuantes na área. Desta forma será possível proporcionar alívio da dor, incremento na expectativa e na qualidade de vida dos pacientes e cura de diversas enfermidades.

 

 



11/10/2019

Campanha Terapias Integrativas do CRMV-RS busca incentivar debate sobre o tema

O objetivo do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS) e de sua Comissão de Medicina Veterinária Integrativa com a campanha "Terapias Integrativas" é justamente o de trazer o tema à tona para debatê-lo, uma vez que há muita desinformação e preconceito a seu respeito.

 

A prática de Terapias Integrativas e Complementares é exercida por médicos veterinários habilitados nessas áreas. Somente esses profissionais podem realizar tratamentos da linha da Medicina Veterinária Integrativa. A recomendação aos tutores é que busquem clínicas reconhecidas e profissionais devidamente especializados, com formação adequada, pós-graduados e certificados nas técnicas - o que deve ser prática sempre, para qualquer especialidade em questão.

 

O CRMV-RS entende que não são apenas os humanos que devem ter acesso a tratamentos diferenciados para cuidar da saúde. A Medicina Veterinária também precisa evoluir nessas práticas e investir em conhecimentos integrados para tratar os animais de uma forma ampla, analisando-os como um todo, o que inclui o cenário social em que estão inseridos. Para proporcionar saúde e bem-estar, as Terapias Integrativas não enxergam apenas a doença, mas todo o contexto. E é esse olhar, de buscar o equilíbrio do paciente, que complementa a Medicina Veterinária tradicional.

 

Tanto na saúde animal quanto na humana, as práticas integrativas não substituem o tratamento tradicional. Elas são um adicional, um complemento nas terapêuticas e indicadas por profissionais habilitados (tanto médicos quanto médicos veterinários) conforme as necessidades de cada caso.

 

A Associação Brasileira de Medicina Veterinária Integrativa (http://abmvi.com.br/modelo/#quemsomos) oferece uma série de materiais que podem ajudar a esclarecer sobre o tema. As universidades também estão atentas à importância e crescimento da procura por essas terapêuticas. Neste ano, por exemplo, a Universidade Federal do Paraná passou a oferecer, pela primeira vez, a disciplina optativa de Práticas Integrativas em Saúde de maneira interdisciplinar. Idealizada pela professora Milene Zanoni, em parceria com estudantes do projeto de extensão Liga Acadêmica de Práticas Integrativas em Saúde (LAPIS), a disciplina é ofertada em 10 cursos de graduação – Medicina, Nutrição, Odontologia, Enfermagem, Terapia Ocupacional, Medicina Veterinária, Educação Física, Biologia, Fisioterapia e Psicologia.


A criação da disciplina tem como objetivo desenvolver ações envolvendo diferentes atores do SUS e da comunidade acadêmica. Com foco na interprofissionalidade, interdisciplinaridade, intersetorialidade e integração ensino-serviço, a proposta fortalece o conceito de humanização do cuidado e o princípio da integralidade da assistência no contexto das redes colaborativas na formação para o SUS.


O Governo Federal instituiu, desde 2006, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PNPIC), cujo objetivo é garantir a atenção integral à saúde através das práticas integrativas e complementares, o que implicou pensar - em conjunto com gestores de saúde, entidades de classe, conselhos, academia e usuários do SUS - uma política pública permanente que considerasse não só os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde, mas a abordagem ampliada do processo saúde-doença e a promoção global do cuidado humano.


Assim, sob um olhar atento e consensual e respaldado pelas diretrizes da OMS, o Ministério da Saúde aprova, então, através da Portaria GM/MS no 971, de 3 de maio de 2006: Na saúde humana, as Práticas Integrativas e Complementares (PICs) estão presentes em quase 54% dos municípios brasileiros, distribuídos pelos 27 estados e Distrito Federal e todas as capitais brasileiras. Os números disponibilizados pelo SUS sobre a procura por essas terapêuticas mostram a importância que as Terapias Integrativas e Complementares têm:

 

• Número de municípios que ofertaram atendimentos individuais em PICS: 3.024 (54%), estando presente em 100% das capitais.


• Distribuição dos serviços de PICS por nível de complexidade:
=> Atenção Básica 78%.
=> Media 18%.
=> Alta 4%.
• 2 milhões de atendimentos das PICs nas UBS.
• Mais de 1 milhão de atendimentos na Medicina Tradicional Chinesa, incluindo acupuntura.
• 85 mil fitoterapias.
• 13 mil de homeopatias.
• 926 mil de outras práticas integrativas que não possuíam código próprio para registro, que com a publicação da portaria nº145/2017 passam a ter.

 

O uso das práticas integrativas no Sistema Único de Saúde (SUS) vem crescendo a cada ano, como complemento em tratamentos em saúde. Nas atividades coletivas, como yoga e tai chi chuan, o crescimento foi de 46%, passando de 216 mil para 315 mil, entre 2017 e 2018. Por isso, o Ministério da Saúde, a partir da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, passou a ofertar um rol de 29 práticas integrativas. São atividades que podem ser feitas individual ou coletivamente.


A quantidade de procedimentos relacionados a essas práticas, como uma sessão individual de auriculoterapia ou uma sessão de atividade coletiva, registrada nos sistemas do SUS entre 2017 e 2018, mais que dobrou, passando de 157 mil para 355 mil, aumento de mais de 126%. O reflexo desse aumento também pode ser visto no quantitativo de participantes nessas atividades, que cresceu 36%, de 4,9 milhões de participantes para 6,67 milhões no período.


Todos esses dados podem ser conferidos no site do Ministério da Saúde, nos links
http://saude.gov.br/…/45294-cresce-46-procura-por-praticas-…
http://saude.gov.br/…/praticas-integrativas-e-complementares


Abaixo estão listadas as 29 Práticas Integrativas e Complementares oferecidas, de forma integral e gratuita, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Para ler a descrição de cada uma delas, basta clicar no link http://saude.gov.br/…/praticas-integrativas-e-complementares.

 

Apiterapia
Aromaterapia
Arteterapia
Ayurveda
Biodança
Bioenergética
Constelação familiar
Cromoterapia
Dança circular
Geoterapia
Hipnoterapia
Homeopatia
Imposição de mãos
Medicina antroposófica/antroposofia aplicada à saúde
Medicina Tradicional Chinesa – acupuntura
Meditação
Musicoterapia
Naturopatia
Osteopatia
Ozonioterapia
Plantas medicinais – fitoterapia
Quiropraxia
Reflexoterapia
Reiki
Shantala
Terapia Comunitária Integrativa
Terapia de florais
Termalismo social/crenoterapia
Yoga

 

Fontes: MInistério da Saúde e SUS

 

Assessoria de Comunicação do CRMV-RS
Texto: Nathália Bastos (assessora das comissões)
Edição: Cristine Pires (jornalista MTB-RS 7847)
Amanda Porterolla (designer gráfico)
Rafaela Santos (estagiária de Jornalismo)
Rosane Valenti (eventos)

 

Contatos:
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09/10/2019

CRMV-RS lança campanha sobre Terapias Integrativas na Medicina Veterinária

Cada vez mais, tutores têm procurado terapias integrativas para melhorar a qualidade de vida e encontrar recursos terapêuticos para diversas doenças de seus animais. Tratamentos com acupuntura e homeopatia, reconhecidas como especialidade do médico veterinário, estão entre as mais conhecidas do público. No entanto, há diversas práticas disponíveis, entre elas Terapia Neural e Ozonioterapia; além de Fitoterapia, Antroposofia, Osteopatia, Quiropraxia, Reflexoterapia, Reiki, Aromaterapia, Constelação familiar, Cromoterapia, Terapia de Florais, Termalismo, Ayurveda, Musicoterapia, Naturopatia, Shantala, Apiterapia, Geoterapia. “A Comissão de Medicina Veterinária Integrativa do CRMV-RS trabalha para mostrar a eficácia e a importância dessas terapêuticas”, afirma Lisandra Dornelles, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS), ao destacar o lançamento da campanha “Terapias Integrativas”.

 

De acordo com o Ministério da Saúde, evidências científicas têm mostrado os benefícios do tratamento integrado entre técnicas convencionais e práticas integrativas para prevenir ou tratar diversas doenças. As Terapias Integrativas não substituem o tratamento tradicional. Elas são aplicadas de forma complementar no tratamento e indicadas por médicos veterinários capacitados de acordo com as necessidades de cada caso. A atuação multidisciplinar busca trabalhar em prol do bem-estar, qualidade de vida e produtividade das diferentes espécies, sejam animais de companhia, de produção ou silvestres.

 

As artes, nos formatos A4 para impressão e para compartilhar em redes sociais, estão disponíveis para download gratuito no link https://bit.ly/3215DTl. São oito peças que trazem informações fundamentais para conhecer algumas das terapias e como funcionam. O conteúdo baseia-se em informações oficiais do Ministério da Saúde e de estudos da Comissão de Medicina Veterinária Integrativa do CRMV-RS, e destaca a importância de médicos veterinários para a manutenção da saúde única.

 

“No dia a dia do profissional, percebemos que a medicina convencional é limitada e que está faltando algo para melhorar a qualidade de vida do paciente. Se falamos em animais de companhia, na melhoria da produção ou redução de dinheiro investido em tratamentos para os animais de produção, um exemplo simples aqui é a redução de uso de antibiótico em mamites para os produtores de leite, mas serão os inúmeros exemplos a serem citados”, explica a médica veterinária Elisandra Pezzetta, coordenadora da Comissão de Medicina Veterinária Integrativa do CRMV-RS.

 

Conheça algumas das terapias

 

Homeopatia
A Homeopatia busca o equilíbrio do paciente com o ambiente em que vive. Tem sido cada vez mais usada no tratamento de distúrbios comportamentais, que são cada vez mais recorrentes em clínicas veterinárias. O tratamento segue a lei dos semelhantes, ou seja, os medicamentos prescritos induzem sintomas similares àqueles causados pela doença, como se fosse um antídoto que dá ao organismo condições de combater a enfermidade. Essa ação ocorre no indivíduo como um todo, e não apenas de forma pontual (no foco da doença).

 

Acupuntura
A Acupuntura é uma prática milenar que consiste na estimulação de pontos específicos localizados na superfície do corpo capazes de estimular a liberação de substâncias analgésicas. A doença surge quando esse fluxo está em desequilíbrio ou interrompido. A energia estagnada pode causar dor, desconforto ou desenvolver patologias mais graves, como o câncer. Ao transportar a energia pelo organismo, a Acupuntura tem mostrado ótimos resultados, como por exemplo, no tratamento de enfermidades neurológicas, imunológicas, dermatológicas, comportamentais e na melhora geral da qualidade de vida dos pacientes.

 

Terapia Neural
Medicina energética que atua sobre o sistema nervoso autônomo, leva em conta o indivíduo como um todo, e não a doença de forma separada. São beneficiados animais de todas as espécies com as mais diferentes patologias, tais como insuficiência renal, hepática, cardíaca, alterações ortopédicas e controle da dor, entre outras. O médico veterinário realiza o exame clínico e uma entrevista com o tutor para conhecer especificamente aquele indivíduo e, com o uso da Terapia Neural, ajude seu organismo a entrar em auto-regulação.

 

Ozonioterapia
Técnica que utiliza uma combinação de oxigênio e ozônio (ozônio medicinal). O ozônio tem propriedades bactericida, antisséptica, virucida e fungicida. Na clínica veterinária, utiliza-se o ozônio medicinal para tratamentos anti-inflamatórios, antissépticos, para modular o estresse oxidativo e o sistema imunológico, por exemplo.

 

Reiki
Prática terapêutica que utiliza a imposição das mãos para canalização da energia cósmica que busca energizar ou reequilibrar a energia vital de quem a recebe. Promove o bem-estar físico e mental. Objetiva fortalecer os locais onde se encontram bloqueios – “nós energéticos” – eliminando as toxinas, equilibrando o pleno funcionamento celular e restabelecendo o fluxo de energia vital, chamada de Qi.

 

Cromoterapia
De acordo com a Física, cada cor emite um comprimento de onda que estimula as células. A Cromoterapia utiliza as cores do espectro solar para estabelecer o equilíbrio físico e energético do corpo. Classifica as cores em quentes (luminosas, com vibrações que causam sensações mais físicas e estimulantes – vermelho, laranja e amarelo) e frias (mais escuras, com vibrações mais sutis e calmantes – verde, azul, anil e violeta). A cor violeta é a de vibração mais alta no espectro de luz, com sua frequência atingindo as camadas mais sutis e elevadas do ser (campo astral).

 

Floral
É por meio da energia das flores que terapia reequilibra o organismo como um todo harmonizando o indivíduo. É utilizada em diferentes doenças tanto psíquicas como físicas ao aplicar essências derivadas das flores. A terapia de florais de Bach, criada pelo inglês Dr. Edward Bach (1886-1936), é o sistema precursor desta prática. Exemplos de outros sistemas de florais: australianos, californianos, de Minas, de Saint Germain, do cerrado, Joel Aleixo, Mystica, do Alaska, do Hawai.

 

Constelação Sistêmica Familiar
Uma nova visão sistêmica onde, por meio de um campo energético, há uma interação entre o tutor e o tutelado. Leva em conta como a história e as relações familiares influenciam as emoções e padrões de comportamento das pessoas e dos animais. Quando há um desequilíbrio neste campo, manifestam-se doenças, as quais podem ser tratadas por meio deste processo terapêutico.

 

Quiropraxia
Prática terapêutica que atua no diagnóstico, tratamento e prevenção das disfunções mecânicas do sistema neuromusculoesquelético e seus efeitos na função normal do sistema nervoso e na saúde geral. Enfatiza o tratamento manual, como a terapia de tecidos moles e a manipulação articular ou "ajustamento", que conduz ajustes na coluna vertebral e outras partes do corpo, visando a correção de problemas posturais, o alívio da dor e favorecendo a capacidade natural do organismo de auto cura.

 

Aromaterapia
Prática terapêutica que utiliza as propriedades dos óleos essenciais, concentrados voláteis extraídos de vegetais, para recuperar o equilíbrio e a harmonia do organismo visando à promoção da saúde física e mental, ao bem-estar e à higiene. Com amplo uso individual e/ou coletivo, pode ser associada a outras práticas – como terapia de florais, cromoterapia, entre outras – e considerada uma possibilidade de intervenção que potencializa os resultados do tratamento adotado.

 

Assessoria de Comunicação do CRMV-RS
Texto: Nathália Bastos (assessora das comissões)
Edição: Cristine Pires (jornalista MTB-RS 7847)
Amanda Porterolla (designer gráfico)
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18/06/2019

Ozonioterapia na Medicina Veterinária

 

 

A ozonioterapia é uma técnica que utiliza uma combinação de oxigênio e ozônio (ozônio medicinal) para fins terapêuticos, comerciais e industriais. Foi utilizado pela primeira vez no tratamento de feridas dos soldados durante a primeira guerra mundial, devido a seu poder bactericida e cicatrizante. Mais recentemente, cerca de 30 anos, vem sendo usado em diversos países como Itália, Cuba, China, EUA entre outros, para o tratamento de inúmeras patologias, desinfecção hospitalar e tratamento da água.


No Brasil ainda não há regulamentação para a prática da ozonioterapia na Medicina Veterinária. Segundo o Ministério da Saúde é uma prática de terapia complementar, incluída na Politica Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), entretanto uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) considera que a prática de ozonioterapia em humanos só pode ser realizada de forma experimental.


O ozônio tem propriedades bactericida, antisséptica, virucida e fungicida. Ao entrar em contato com os fluídos corpóreos, a mistura de oxigênio e ozônio reage em milésimos de segundo, formando espécies reativas de oxigênio (EROs) e produtos da lipoperoxidação lipídica (LOPs), gerando um estresse oxidativo transitório e controlado que irá promover uma ação biológica e  melhorar a produção de enzimas antioxidantes, promovendo uma ação antioxidante no organismo.


Pode ser utilizado na desinfecção de instalações industriais de abate de animais, ordenha de leite e produção de queijo, desinfecção do sistema de água utilizado em instalações de criação de animais e no tratamento apropriado das águas residuais, evitando contaminação do lençol freático. Na clínica veterinária utiliza-se o ozônio medicinal que tem propriedades anti-inflamatórias, antissépticas, modula o estresse oxidativo, modula o sistema imunológico, melhora a circulação periférica e oxigenação tecidual. As diferentes ações do ozônio são determinadas pela escolha da dose, concentração e volume utilizados.  É considerado um método terapêutico que visa sinalizar ao organismo o que precisa ser melhorado.  Sendo assim, é indicado como terapia única ou complementar no tratamento de diversas patologias como no tratamento da dor, de doenças inflamatórias, doenças infecciosas, isquêmicas e tratamento complementar no paciente oncológico.


Em pequenos animais é utilizado principalmente no tratamento de osteoartrites, osteoartroses, osteomielites, doença de disco intervertebral, cistites crônicas, otites, doenças autoimunes, enterites, dermatites bacterianas e fúngicas e na cicatrização de feridas. Em equinos a ozonioterapia melhora a vascularização e qualidade de cicatrização de feridas, trata dores lombares e de extremidades, laminites, melhora a desempenho do cavalo atleta, metrites e doenças infecciosas. Em bovinos é utilizada com sucesso no tratamento de mastites e metrites.


A ozonioterapia pode ser aplicada na forma de gás ou associado a fluidoterapia, por via subcutânea, intra-articular, auricular, insuflação retal, intravesical , intrauterina  e através da auto-hemoterapia, quando o gás ozônio é misturado  a uma pequena quantidade de sangue do paciente e imediatamente devolvido ao paciente, por via intramuscular ou intravenosa. A contraindicações absolutas desta terapia é a inalação do gás, pois é extremamente tóxico para os pulmões. Deve ser evitado em pacientes com anemia severa, hipertireoidismo ou diabetes mellitus descompensados.


Médica Veterinária, MSc. Viviane Machado Pinto



22/04/2019

A Acupuntura e a saúde animal

 

 

A Medicina Oriental possui terapias como Acupuntura, Moxabustão, Fitoterapia, Tuiná, Gua Shá, Qi Gong Médico, Dietoterapia, entre outras, que auxiliam no restabelecimento do organismo para combater as condições patológicas, assim como na prevenção do adoecimento pela promoção do equilíbrio interno.

 

Por auxiliarem na autorregulação do organismo, tais terapias podem atuar em conjunto com qualquer tratamento clínico, acelerando o processo de recuperação e agindo na causa do desenvolvimento dos sintomas apresentados pelo paciente.

 

A Acupuntura é uma prática milenar que consiste na estimulação de pontos específicos localizados na superfície do corpo, ao longo de meridianos, capazes de estimular por via neuroendócrina a liberação de substâncias analgésicas, reduzir a inflamação, auxiliar na modulação do sistema imunológico e no funcionamento adequado do sistema hormonal.

 

Os meridianos da acupuntura são conhecidos como canais que conectam a superfície do corpo aos órgãos internos, transportando a energia pelo organismo. A doença surge quando esse fluxo está em desequilíbrio ou interrompido. A energia estagnada pode causar dor, desconforto ou desenvolver patologias mais graves, como o câncer. A deficiência de energia pode causar falência do funcionamento dos órgãos, fraqueza e o desenvolvimento de doenças crônicas.

 

Normalmente o animal não sente dor nas sessões de acupuntura, mas a sensibilidade varia de acordo com cada indivíduo e com a localização de alguns pontos, que são mais sensíveis. Existem diversas técnicas sem agulhas, como o estímulo dos pontos com laser terapêutico, massagem, estímulo elétrico, moxabustão, que consiste no aquecimento dos pontos de acupuntura com a combustão da erva medicinal Artemisia vulgaris ou Artemisia sinensis, entre outras.

 

Os tratamentos ocidentais e orientais se complementam, a acupuntura tem mostrado ótimos resultados, como por exemplo, no tratamento de enfermidades neurológicas, imunológicas, dermatológicas, comportamentais e na melhora geral da qualidade de vida dos pacientes. Com o auxílio das terapias integrativas no tratamento clínico, ou de maneira preventiva, os maiores beneficiados são os animais!

 

 

Gabriela Suzuki - CRMV-RS 12841 - Médica Veterinária

 



07/04/2019

O que faz a Comissão de Medicina Veterinária Integrativa

 

 

Com o objetivo de apoiar de forma técnica, científica e prática o CRMV RS e aos colegas médicos veterinários e zootecnistas, queremos nos apresentar. Já regulamentada como especialização do médico veterinário, estão a homeopatia e a acupuntura. Porém, nossa área de atuação é muito mais ampla. Estamos falando de Ozonioterapia, Terapia Neural, Fitoterapia, Antroposofia, Osteopatia, Quiropraxia, Reflexoterapia, Reiki, Aromaterapia, Constelação familiar, Cromoterapia, Terapia de Florais, Termalismo, Ayurveda, Musicoterapia, Naturopatia, Shantala, Apiterapia e Geoterapia, entre outras.


Somos formados em universidades que, na sua grande maioria, não nos apresentam, não ensinam e muitas vezes rechaçam essas terapias. Falta conhecimento e desinformação para os futuros profissionais que seguem na linha da medicina convencional.


No dia a dia do profissional, percebemos que a medicina convencional é limitada e que está faltando algo para melhorar a qualidade de vida do paciente. Se falamos em animais de companhia, na melhoria da produção ou redução de dinheiro investido em tratamentos para os animais de produção, um exemplo simples aqui é a redução de uso de antibiótico em mamites para os produtores de leite, mas serão os inúmeros exemplos a serem citados.


O médico veterinário que tem esta visão mais abrangente precisa buscar fora dos meios universitários a capacitação através de cursos de pós-graduação, formação etc. por este conhecimento. Aqui já começa a grande diferença entre os profissionais e acreditamps que este seja o motivo de o colega não encaminhar os pacientes ou não solicitar a atuação multidisciplinar na qual a grande proposta é trabalhar junto em prol de um objetivo: bem-estar, qualidade de vida, produtividade...


A realidade é que, na grande maioria das vezes, quem procura o médico veterinário que trabalha com as integrativas são os tutores e os produtores pois eles têm a informação ou a experiência própria das inúmeras possibilidades que oferecemos.


Infelizmente ouvimos o tutor nos procurar com a indicação de eutanásia por sequela de cinomose do seu companheiro (para muitos é um membro da família), pois está paraplégico ou tetraplégico com mioclonias, então com o uso de homeopatia, acupuntura, terapia neural, ozônio e outras terapêuticas podemos acompanhar este mesmo paciente voltar a andar e ter a sua autonomia. Para nós médicos veterinários é um sentimento de satisfação e para o tutor uma gratidão gigante. 


Qual médico veterinário não se deparou com a situação em que ao darmos o diagnóstico do animal o tutor nos relata que ele ou algum familiar está padecendo da mesma doença? Então este vínculo de relacionamento tão estreito criado pelo campo morfogenético já descrito pelo biólogo Rupert Sheldreke onde estamos lidando com a questão: tutor – tutelado. Claramente estamos lidando com energia e não poderia deixar de citar Albert Einstein com a fórmula: E=m.c2 (determina a relação da transformação da massa de um objeto em energia e vice-versa) e esta área da física nós médicos veterinários pouco trabalhamos pois basicamente usamos a química através da farmacologia. O assunto é muito amplo e vamos produzir mais textos para auxiliar no esclarecimento.


Um abraço a todos,
Elisandra Pezzetta 
 






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Das 8h às 12h e das 13h às 16h
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